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Amor gerado na família é canalizado para a vida em comunidade na Igreja

Notícias, Todas | 28.jul.2018



Admirados com o relacionamento entre os membros das primeiras comunidades cristãs, exclamavam os pagãos: “vede como eles se amam!”. Essa frase deve ecoar ainda hoje nos corações dos fiéis, de modo que a Igreja continue a serviço da unidade e da paz a partir das famílias.

Esse foi o tema da palestra ministrada pelo casal Roque e Verônica no segundo dia do XV Congresso da Região Centro-Oeste do ECC, neste sábado (28). Eles traçaram uma relação entre a caridade que deve existir nas atividades pastorais com aquela que brota da doação entre os esposos, e destes para com os filhos.

“Tudo se ordena, tudo se conjuga, tudo é conseguido pela unidade. Tudo se une e se conecta com o amor”, disse Roque.

Para ilustrar suas ideias, ele recorda que Deus entregou toda a criação para que Adão e Eva pudessem não apenas usufruírem dela, mas pela descendência dar continuidade ao projeto que Ele havia idealizado.

“Em um núcleo familiar entre homem e mulher o próprio Deus se perpetua nele. E assim se formam as primeiras comunidades: as familiares. Depois da comunidade familiar Ele então cria a Igreja. Ele cria a família, a família vai para a Igreja e a Igreja então olha para a família”, lembra.

Se o amor entre marido e mulher, pais e filhos, se converge para a Igreja, o mesmo acontece quando reina o ódio e a violência dentro dos núcleos familiares e por isso atitudes como essas devem ser combatidas.

“Todo o amor é canalizado para a Igreja. Nela, se vive a unidade”, disse o palestrante. Não são raros casos de conflitos entre membros de uma comunidade católica, mas ainda assim, como mãe e mestra, a Igreja nunca deixa de zelar pelos seus filhos. E todos os batizados que dela fazem parte são chamados a amar cada vez mais.




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