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Pesquisadora alerta: ideólogos de gênero querem destruir a família!

Notícias, Todas | 29.jul.2018



Um alerta foi feito aos participantes do XV Congresso da Região Centro-Oeste do ECC: ideólogos de gênero querem destruir a família. Na última palestra do sábado (28), a pesquisadora Ana Laura Almeida Dias fez um apanhado histórico dessa corrente de pensamento cujo objetivo é descontruir o conceito de masculino e feminino.

Ela também deu exemplos de como uma sociedade pode ir à bancarrota ao abraçar essas ideias e revelou as tentativas de implantar politicamente essa ideologia no sistema de educação.

É muito simples entender o que pensam os adeptos dessa corrente: não existe uma ordem natural definida por Deus evidenciada física e biologicamente. Cada ser humano teria o “direito” de escolher se quer ser homem, mulher ou até mesmo criar outras categorias conforme a sua vontade.

A origem dessa forma de pensamento, explica Ana Laura, teve suas bases em Karl Marx. Esse filósofo e sociólogo pregava uma sociedade sem classes sociais, sem o direito à propriedade privada e sem Estado. Ele enxergava na família uma forma de opressão e por isso era preciso combatê-la.

O problema, segundo Ana Laura, é que vários pesquisadores deram continuidade nesse trabalho de convencer a sociedade de que essa ideologia era a mais correta, passando pelo feminismo até usar o gênero para combater o núcleo formado pelo homem, mulher e seus filhos.

“É difícil enxergar uma ideologia porque ela se fragmenta em termos”, afirmou a pesquisadora. Essa batalha acontece no campo das ideias, dos conceitos. “Os seus proponentes usam o gênero como ferramenta de controle social, para a destruição da família”, alerta.

Por isso, eles simplesmente querem impor que a biologia e a realidade física pode ser facilmente transposta por aquilo que as pessoas querem acreditar.

Hoje, os ideólogos de gênero pregam que uma criança, nesse sentido, nasceria “neutra” e escolheria ser homem, mulher ou qualquer outra coisa com base no que ela “sentisse” interiormente. “Quem promove isso, coloca como uma coisa bonita”.

Na Suécia, citou Ana Laura, a ideologia de gênero foi inserida dentro das leis. No sistema público de educação, os pais são praticamente isolados das crianças. Quando pequenas, são enviadas para creches onde passam todo o dia e durante todo o ciclo escolar são doutrinados a crerem que não existe diferença entre meninos e meninas.

Como sinais de decadência, cita a pesquisadora, este país tem altas taxas de estresse entre adultos, altos índices de divórcios e de abortos sucessivos (prática legalizada por lá).

No Brasil, houve uma tentativa de implantar o termo “ideologia de gênero” na Política Nacional de Educação. Pode ser apenas um termo, mas o exemplo acima mostra o estrago que ele pode fazer uma vez inserido na lei. No fim, os parlamentares conseguiram extirpá-lo do projeto, mas Ana Laura alerta que grupos que defendem essa corrente de pensamento não vão descansar até cumprirem com seus objetivos.




Um Comentário

  1. Eliana Fabreti disse:

    Realmente, os grupos que defende a ideologia de Gênero não descasam, mesmo o termo indeferido na Politica Nacional de Educação, encontramo-as até em material pedagógico de ensino superior Salesiana, incompreensível !

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